Crítica concisa ao Dispensacionalismo Clássico

Por que o Dispensacionalismo não é uma doutrina bíblica?

1) Princípio Hermenêutico

O dispensacionalismo gaba-se de adotar um princípio de interpretação literal das Escrituras. Hoyt, um dispensacionalista, sobre isso afirma:

Este princípio colocado de maneira clara, é o de tomar as Escrituras no seu sentido normal e literal, entendendo que isto se aplica à Bíblia toda. Isto quer dizer que o conteúdo histórico da Bíblia deve ser tomado literalmente; o material doutrinário também deve ser interpretado desta maneira; a informação moral e espiritual, do mesmo modo, segue este padrão; e o material profético também deve ser entendido desta maneira. (…) Qualquer outro método de interpretação rouba parcialmente, senão totalmente, do povo de Deus a mensagem que lhe foi enviada.[1]

Primeiramente, não há nada nas Escrituras que indique que as interpretações devem ser literais, pelo contrário, Paulo utiliza-se de uma alegoria segundo ele mesmo (Gl 4.24) dizendo que Sara e Agar são duas alianças, uma de escravidão e outra de liberdade. Sabemos que toda literatura deve ser lida com o princípio hermenêutico de seu gênero literário, e a literatura apocalíptica possui elementos simbólicos que devem ser interpretados como tais, bem como a literatura poética.

Hoekema, criticando a posição de Hoyt afirma:

O verdadeiro princípio básico de interpretação por trás da exposição de Hoyt parece ser este: O Antigo Testamento parece a chave para a interpretação do Novo Testamento. Hoyt edifica sua argumentação a favor da restauração futura de Israel como nação principalmente em profecias do Antigo Testamento e então passa a interpretar o Novo Testamento à luz de sua interpretação literal destas profecias do Antigo Testamento que mostram que o futuro do Israel não pode separar-se do futuro dos crentes que não são israelitas. O próprio Novo Testamento indica que Cristo e os apóstolos são os intérpretes autorizados do Antigo. [2]

O princípio hermenêutico básico do cristianismo deve ser uma compreensão do Antigo Testamento à partir do Novo Testamento, não o contrário. Hermisten Maia afirma sobre o gênero apocalíptico:

Em suma podemos dizer que o apocalipse (literatura apocalíptica) é o levantamento antecipado da cortina para mostrar a cena final, é um modo pictório e simbólico de comunicar a convicção da vitória de Deus.[3]

 

2) Não há distinção biblicamente entre Israel e a Igreja

O dispensacionalismo ensina que há dois povos distintos de Deus: Israel e a Igreja. Além disso, o dispensacionalismo ensina que a igreja é um parêntese no plano de Deus.

Quando Deus faz um pacto com Abraão, esse pacto não se estende apenas a judeus, mas a todas as famílias da terra: “Abençoarei os que te abençoarem e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem; em ti serão benditas todas as famílias da terra” (Gn 12.3). A palavra hebraica traduzida por “família” é a palavra mishpachah que pode ser traduzida como família, clã, povo ou nação.[4] Ou seja, o propósito de Deus na redenção de Israel não está reduzido somente a esse povo, mas a todas as nações. Paulo confirma isso em Gálatas 3.8: “Ora, tendo a Escritura previsto que Deus justificaria pela fé os gentios, prenunciou o evangelho a Abraão: Em ti, serão abençoados todos os povos”. Em Gênesis 18, quando estava para destruir Sodoma e Gomorra, Deus diz: “Ocultarei a Abraão o que estou para fazer, visto que Abraão certamente virá a ser uma grande e poderosa nação, e nele serão benditas todas as nações da terra?” (Gn 18.17,18). Ou seja, Israel não é um plano em si mesmo. O propósito da eleição de Israel era para que outras nações também fossem alcançadas.

No Salmo 22.27 temos Davi dizendo: “Lembrar-se-ão do SENHOR e a ele se converterão os confins da terra; perante ele se prostrarão todas as famílias das nações”. Esse salmo se inicia com as palavras: “Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?”, palavras de Jesus na cruz do Calvário. Esse salmo é um salmo messiânico, que aponta para morte vicária do nosso Senhor, e nos mostra o propósito da vinda do Redentor: a salvação de pessoas de todas as nações.

Em Isaías 66.18 temos: “Porque conheço as suas obras e os seus pensamentos e venho para ajuntar todas as nações e línguas; elas virão e contemplarão a minha glória”. Depois de mostrar que haveria de redimir Jerusalém (vs. 10), a condenação dos ímpios (vs. 15-17), e depois mostra que entre outras nações há eleitos de Deus: “Porei entre elas um sinal e alguns dos que foram salvos enviarei às nações” (vs. 19), “Trarão todos os vossos irmãos, dentre todas as nações, por oferta ao SENHOR” (vs. 20), “virá toda a carne a adorar perante mim, diz o SENHOR” (vs. 23).[5] O propósito da vinda do Servo do Senhor em Isaías 53, é a redenção de pessoas de todas as nações. No livro de Jonas, temos Deus tirando um profeta do meio de Israel e enviando para a Assíria a fim de pregar àquele povo. E em Jonas 4.11 ele diz: “e não hei eu de ter compaixão da grande cidade de Nínive?”. Deus envia um profeta à essa grande cidade porque teve compaixão daquela geração, que mostrou-se arrependida do mal e voltou-se para o Senhor. Feinberg afirma que a chave do livro de Jonas está nas missões.[6] Robinson afirma que o livro de Jonas prefigura a pregação do evangelho a todas as nações.[7] Os gentios não são um plano B de Deus, mas estavam planejados antes da fundação do mundo, e já profetizados pela lei, pelos salmos e pelos profetas.

No Novo Testamento temos: “há um só rebanho e um só pastor” (Jo 10.16). Não há dois povos ou dois rebanhos, mas apenas um povo de Deus. Quando olhamos para o livro de Atos dos Apóstolos, não vemos uma distinção entre judeus e gentios, mas uma progressão do evangelho indo de judeus até gentios. O versículo que resume o livro de Atos é: “Mas recebereis poder ao descer sobre vós o Espírito Santo, e sereis minhas testemunhas tanto em Jerusalém, como em toda a Judéia e Samaria e até aos confins da terra” (At 1.8). Lucas revela uma progressão geométrica ao longo do livro mostrando que Deus tem um propósito salvífico para todas as nações, partindo dos judeus, mas não só para eles.

Os dispensacionalistas defendem que a Igreja só entrou no plano pois Israel foi rejeitado, usando o exemplo de Romanos 11. Porém, o texto de Romanos 11 fala de uma mesma Oliveira, pois não há duas oliveiras. Os ramos foram cortados da Oliveira, e o ramos foram enxertados na mesma Oliveira (Rm 11.17-21). Há um só povo de Deus. O plano de Deus não foi mudado, antes está planejado antes da fundação do mundo: “Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que nos tem abençoado com toda sorte de bênção espiritual nas regiões celestiais em Cristo, assim como nos escolheu nele antes da fundação do mundo” (Ef 1.3,4).

Em Romanos 2.29 temos: “Porém judeu é aquele que o é interiormente, e circuncisão, a que é do coração, no espírito”. Ridderbos afirma:

Em primeiro lugar, encontra-se a nova definição da essência da igreja como povo de Deus. Aqui, os pré-requisitos naturais, nacionais ou cerimoniais não são decisivos. O que conta é pertencer a Cristo, é a fé e a co-participação nos dons do Espírito.[8]

Em Filipenses 3.3 Paulo diz: “Porque nós é que somos a circuncisão, nós que adoramos a Deus no Espírito”. Desta forma, Paulo mostra que o verdadeiro povo de Deus é aquele que recebeu o Messias, que tem o Espírito Santo, que adora a Deus no Espírito. Não há dois povos, mas somente um povo eleito, não baseado em uma circuncisão externa, mas do coração.

A Igreja é tratada pelos apóstolos como “Israel de Deus”. Em Gálatas 6.16: “E, a todos quantos andarem de conformidade com esta regra, paz e misericórdia sejam sobre eles e sobre o Israel de Deus”. Paulo diz isso depois de dizer que a circuncisão não é coisa alguma, mas sim o ser nova criatura. E então considera judeus e gentios como Israel de Deus. Em Romanos 9.24: “os quais somos nós a quem também chamou, não só dentre judeus, mas também dentre os gentios? Assim como também diz em Oséias: Chamarei povo meu ao que não era meu povo, e amada, à que não era amada”.

A salvação hoje ocorre por apenas um caminho: Jesus Cristo. Tanto judeus como gentios devem crer para serem salvos. Romanos 2.11 diz que Deus não faz acepção de pessoas, e João 14.6 diz que só é possível ir ao Pai por meio de Jesus Cristo, e em Atos 4.12 diz que não há outro nome dado entre os homens pelo qual importa que sejamos salvos, se não o de Jesus Cristo. No Cap. 4 de Romanos e Cap. 3 de Gálatas, usando o exemplo de Abraão, Paulo mostra que nunca existiu outro plano de salvação para judeus diferente que para os gentios, pelo contrário, desde a eternidade, Deus planejou a salvação de um único povo, composto de judeus e gentios, salvação pela fé somente em Cristo Jesus.

 

3) Há continuidade e descontinuidade quanto ao Antigo Testamento

Os dispensacionalistas consideram que todo o Antigo Testamento não tem mais validade para nós hoje. Segundo Pamplona (um dispensacionalista):

Não desprezamos os 10 mandamentos e a lei mosaica. Ela é útil como toda palavra de Deus é útil (2 Tm 3:16). Nela podemos ver expressões do caráter eterno de Deus e também retirar princípios eternos para nossas vidas cristãs. Só não estamos mais debaixo da obrigação de guardá-la.[9]

Para eles, a lei moral de Deus serve apenas como lembrança para nós, assim como a lei civil ou cerimonial, não precisando ser seguida. Seguindo essa premissa, a salvação no AT seria por guardar a lei, e a salvação no NT seria pela graça. Ou seja, segundo Paulo, ninguém foi salvo no AT, se o dispensacionalismo estiver correto.

Quem defende tal doutrina ignora o fato de que Jesus não veio para abolir a lei, mas cumpri-la (Mt 5.17-20). Jesus diz que até que o céu e a terra passem, nenhum til se omitirá da lei, e a justiça dos seus discípulos deve exceder à justiça dos escribas e fariseus. Ou seja, Jesus não diz que a partir de agora é uma nova lei, por estar em uma nova aliança, mas Jesus vem para cumprir uma aliança antiga em nosso lugar, a fim de que possamos cumprir a lei por meio do Espírito que nos habilita e muda nossa vontade para andarmos na lei moral de Deus.

Enquanto os dispensacionalistas pregam total descontinuidade quanto ao Antigo Testamento, vemos nas Escrituras que há continuidade e descontinuidade. Há continuidade quanto a lei moral, que permanece, enquanto há descontinuidade quanto a lei cerimonial que caduca, pois o sacrifício de Cristo é único e suficiente para remoção de nossos pecados.

 

4) A Escatologia Dispensacionalista não condiz com o que diz a Escritura

O dispensacionalismo diz que a Igreja não passará pela Grande Tribulação, apenas os judeus. Porém as Escrituras dizem em Apocalipse 7.14: “São estes os que vêm da grande tribulação, lavaram suas vestiduras e as alvejaram no sangue do Cordeiro”. Esses são uma multidão que ninguém podia enumerar, e eram pessoas de todas nações, tribos, povos e línguas (Ap 7.9).

O dispensacionalismo diz que a segunda vinda será antes da grande tribulação e que haverá um arrebatamento secreto. Porém as Escrituras dizem Mateus 24.29-31: “Imediatamente após a tribulação daqueles dias ‘o sol escurecerá, e a lua não dará a sua luz; as estrelas cairão do céu, e os poderes celestes serão abalados’. Então aparecerá no céu o sinal do Filho do homem, e todas as nações da terra se lamentarão e verão o Filho do homem vindo nas nuvens do céu com poder e grande glória. E ele enviará os seus anjos com grande som de trombeta, e estes reunirão os seus eleitos dos quatro ventos, de uma a outra extremidade dos céus.” Além disso, o arrebatamento da igreja será quando Cristo voltar visivelmente para todos sobre as nuvens do céu, e os que estiverem vivos serão arrebatados para o encontro com Cristo nos ares, para estarem para sempre com o Senhor na sua segunda vinda (2Ts 4.16,17). Neste caso, o arrebatamento não será secreto, e tampouco ocorrerá antes da segunda vinda do Senhor para destruir todo o mal. Mas será exatamente na segunda vinda, quando Senhor voltar com poder e grande glória.

O dispensacionalismo defende que o Templo judaico será reconstruído e será profanado pela Besta. O texto de Amós 9.11 fala sobre isso: “Naquele dia, levantarei o tabernáculo caído de Davi, repararei as suas brechas; e levantando-o das suas ruínas, restaurá-lo-ei como fora nos dias da antiguidade”. Como já dissemos, o Novo Testamento serve como base para a interpretação do Antigo. O texto de Atos 15.14-18 intepreta esse texto: “Expôs Simão como Deus, primeiramente, visitou os gentios, a fim de constituir dentre eles um povo para o seu nome. Conferem com isto as palavras dos profetas, como está escrito: Cumpridas estas coisas, voltarei e reedificarei o tabernáculo caído de Davi; e, levantando-o de suas ruínas, restaurá-lo-ei. Para que os demais homens busquem o Senhor, e também todos os gentios sobre os quais tem sido invocado o meu nome, diz o Senhor, que faz estas coisas conhecidas desde séculos”. Tiago, irmão de Jesus, em seu parecer no Concílio de Jerusalém afirma que o tabernáculo restaurado não se trata de um templo físico e material, mas o cumprimento é espiritual, e se trata da Igreja composta de judeus e gentios. O templo no Novo Testamento é a Igreja como Corpo de Cristo (1Co 3.16, Ef. 2.22).

 

5) A visão do Milênio Dispensacionalista não condiz com as Escrituras

A visão dispensacionalista é de que Cristo retornará com seus santos depois da tribulação e estabelecerá seu reino literalmente por mil anos, reinando sobre a nação restaurada de Israel. Primeiramente, o milênio se inicia com o aprisionamento de Satanás, que segundo os dispensacionalistas seria um aprisionamento literal durante o período dos mil anos em que Jesus vai reinar na terra. Hoekema afirma: “Nos tempos do Antigo Testamento, ao mesmo na era pós-abraâmica, todas as nações do mundo, com exceção de Israel, estavam sob o governo de Satanás”.[10] As Escrituras apontam para o reinado de Cristo se iniciando em sua vinda, com a chegada do Reino dos céus, neste momento, o poder de Satanás é limitado e Jesus afirma: “Mas se eu expulso os demônios pelo dedo de Deus, certamente vos é chegado o reino de Deus. Quando o valente, bem armado, guarda a sua própria casa, fica em segurança todos os seus bens. Sobrevindo, porém um mais valente do que ele, vence-o, tira-lhe a armadura em que confiava e lhe divide os despojos” (Lc 11.20-22). Com a vinda de Jesus, o mais valente, Satanás que era o valente é “amarrado” (Mt 12.29). Desta maneira, na era do evangelho, Satanás não tem o poder de enganar as nações e os discípulos de Cristo são capazes de pregar o evangelho e fazer discípulos de todas as nações.[11]

Os dispensacionalistas defendem também uma diferenciação entre Reino de Deus e Reino dos céus, onde o Reino dos céus seria o reinado milenar. Entretanto, essa visão não é correta. Guthrie sobre isso afirma:

A interpretação de que o milênio é o reino dos céus, mas não o reino de Deus deve ser questionada. Já observamos (p. 414s) que “reino dos céus” é uma expressão encontrada somente em Mateus, que às vezes também usa “reino de Deus”. As duas expressões não podem, portanto, ser colocadas em contraste uma com a outra. Também não é legítimo considerar a primeira como política, referindo-se somente ao Israel restaurado, enquanto somente a segunda é tratada como espiritual. Essa dicotomia não é inerente ao uso do NT, e parece não haver dúvida de que Jesus, em seu ensino não fez essa distinção.[12]

Guthrie ainda afirma que não há base nas epístolas de Paulo para o milenismo. Ele cita o texto de 1Co 15.22-25, onde alguns afirmam que há dicas por parte de Paulo que haveria um intervalo entre a vinda de Cristo e o fim. Quanto a isso ele afirma:

Deve ser observado que 1Co 15.51-58 não apoia a ideia de um interregno entre a parousia e o fim, pois a ressurreição dos justos acontece ao mesmo tempo que o estabelecimento do reino. (…) Podemos concluir que Paulo não apoia especificamente a ideia da vinda de um reino milenial à terra.[13]

Em Apocalipse 20.5 diz: “os restantes dos mortos não reviveram até que se completassem os mil anos. Esta é a primeira ressurreição”. Quanto a essa ressurreição, ela se trata de uma ressurreição física? De modo nenhum. Nos versículos 11 a 14 temos a ressurreição do corpo acontecendo para todos os homens. É possível que os dispensacionalistas defendam que a ressurreição de Apocalipse 20.11-14 seja apenas dos ímpios, porém isso contradiz o texto de João 5.28,29: “vem a hora em que todos os que se acham nos túmulos ouvirão a sua voz e sairão: os que tiverem feito o bem, para a ressurreição da vida, e os que tiverem praticado o mal, para a ressurreição do juízo”. Hoekema afirma que a primeira ressurreição não é uma ressurreição corporal, mas que João os vê vivos pois estão desfrutando da comunhão com Cristo no céu.[14]

Por fim ele diz sobre Apocalipse 20.1-6:

A passagem não diz nada acerca de um reinado terreno de Cristo sobre um reino basicamente judeu. Antes, ela descreve o reinado com Cristo no céu, das almas dos crentes mortos, entre sua morte e a segunda vinda de Cristo. Ela, igualmente, descreve o aprisionamento de Satanás no presente, de modo tal que ele não possa impedir a disseminação do evangelho.[15]

Desta forma, o reinado milenar de Apocalipse 20, se inicia com a vinda de Jesus Cristo, que limita o poder de Satanás e dos demônios, que se submetem a ele e são expulsos por ele, e estão sujeitos ao seu nome. Além disso, o período de mil anos abrange o período entre a primeira e a segunda vinda, em que Cristo está reinando nos céus juntamente com os santos que morreram.

[1] CLOUSE, Robert G. (ed.). Milênio: Significado e Interpretações. Campinas: Luz para o Caminho, 1985, p. 60.

[2] CLOUSE, Robert G. (ed.). Milênio: Significado e Interpretações. Campinas: Luz para o Caminho, 1985, p. 94.

[3] COSTA, Hermisten Maia Pereira da. A Literatura Apocalíptico-Judaica. São Paulo: CEP, 1992, p. 31.

[4] Dicionário Strongs: Strong h4940: mishpachah

[5] RIDDERBOS, J.. Isaías: Introdução e Comentário. São Paulo: Vida Nova, 1995, p. 512ss.

[6] FEINBERG, Charles L. Os profetas menores. São Paulo: Editora Vida, 1988, p. 151.

[7] ROBINSON, George L. Los doce profetas menores. El Passo: Casa Bautista de Publicaciones, 1984, p. 76.

[8] RIDDERBOS, Herman. A Teologia do Apóstolo Paulo. São Paulo: Cultura Cristã, 2013, p. 378.

[9] PAMPLONA, Pedro. Porque não acredito na divisão moral, civil e cerimonial da Lei. Disponível em: < http://doisdedosdeteologia.com.br/porque-nao-acredito-na-divisao-moral-civil-e-cerimonial-da-lei&gt;. Acessado em 12 de Outubro de 2017.

[10] HOEKEMA, Antony A. A Bíblia e o Futuro. São Paulo: Cultura Cristã, 2012, p. 243.

[11] HOEKEMA, Antony A. A Bíblia e o Futuro. São Paulo: Cultura Cristã, 2012, p. 243.

[12] GUTHRIE, Donald. Teologia do Novo Testamento. São Paulo: Cultura Cristã, 2011, p. 876,

[13] GUTHRIE, Donald. Teologia do Novo Testamento. São Paulo: Cultura Cristã, 2011, p. 878.

[14] HOEKEMA, Antony A. A Bíblia e o Futuro. São Paulo: Cultura Cristã, 2012, p. 248.

[15] HOEKEMA, Antony A. A Bíblia e o Futuro. São Paulo: Cultura Cristã, 2012, p. 252.

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