Joel 3.1-21: O Vale da Decisão (A Vinda do Dia do Senhor)

Joel 3.1-21: O Vale da Decisão  

Introdução: 

Você está preparado? Lembro-me de um amigo, na adolescência, crescemos ouvindo que na vinda de Jesus haveria um arrebatamento secreto, uma visão pré-milenista dispensacionalista. Isso não é verdade. Mas críamos nisso. Certa feita, esse meu amigo havia saído (ele estava meio afastado dos caminhos do Senhor), e quando voltou para casa não havia ninguém lá. Seus dois irmãos não estavam, e nem sua mãe e nem seu pai. Ele então pensou que Jesus havia voltado, e que ele tinha ficado para trás. Naquele momento ele caiu em desespero. Começou chorar, orar a Deus. Até que seu pai chegou em casa. Alívio. Mas, aquilo o marcou profundamente. 

Muitos vivem como se o Dia do Senhor não estivesse próximo. Está. 

Contexto: 

Enquanto Joel 2.28, mostra o início dos últimos dias. Os últimos dias são inaugurados na ascensão de Jesus, e terminarão na sua segunda vinda. Os sinais da segunda vinda são: perseguição à igreja, pregação do evangelho em toda terra, conversão dos judeus, o amor de muitos se esfriando, o surgimento do anticristo. 

Agora, Joel coloca uma lente no último dia: O Dia do Senhor. Um dia que mistura juízo e graça. Juízo para os ímpios e graça para a igreja. 

  1. O Juízo sobre as Nações

“Pois certamente naqueles dias e naquele tempo”: Inicia-se com a conjunção kî, uma oração subordinada explicativa que fundamenta a consequência de terem invocado o nome do SENHOR. 

“Restaurarei a sorte de Judá e Jerusalém”: O verbo restaurarei (ašūb) é um Qal Imperfeito. Esse verbo significa trazer de volta, fazer retornar. No caso, Deus é quem restaura seu povo, e faz que sua sorte não seja aquela que eles merecem. Sua sorte seria a destruição, a condenação, mas por sua graça, Deus muda o curso do destino de Judá e Jerusalém, porque ele já os havia chamado. O imperfeito nesse caso dá a ideia de futuro.  Traduzimos por sorte, a palavra “š˙būt” que significa cativos, cativeiro. Ou seja, a construção hebraica literalmente significa: trarei de volta os cativos de Judá e Jerusalém. Eles estavam destinados a perecer como escravos, mas Deus traz libertação ao seu povo e traz juízo contra os seus inimigos.  

A partir de agora, o profeta mostrará como será a restauração de Judá e Jerusalém: 

“E reunirei todas as nações”: Deus reunirá (qibbaṣtī) é um piel perfeito, que dá a ideia de uma ação mais intensiva do que o qal.  Esse verbo é utilizado com frequência em contextos de juízo divino (cf. Is 66.18; Os 8.10, 9.6; Mq 4.12). 

Todas as nações (kal hagōyīm) tanto pode dar a ideia de todas as nações escatologicamente no juízo final diante do trono do julgamento de Deus, como pode dar a ideia de um juízo a nações específicas, como os inimigos de Judá naquela época. Como o profeta dá a entender que acontecerá no dia do Senhor, defendemos que são todas as nações literalmente, incluindo os inimigos de Judá que são especificados posteriormente. 

“E as farei descer ao vale onde Yahweh julga”: O próprio Senhor é quem fará acusação contra eles e Ele mesmo é quem os julgará e os levará ao tribunal. 

Calvino afirma: “Muitos acham que o vale em que se pensa é o que era denominado o Vale de Bênção, onde Josafá obteve um sinal e uma memorável vitória, embora não estivesse provido de grandes forças e muitas nações conspirassem contra ele. Conquanto Josafá combatesse um exército enorme com pouca gente, ele, todavia, teve um maravilhoso sucesso; e o povo ali se mostrou agradecido a Deus, dando um nome ao local. A memória então dessa história devia ter animado as mentes dos piedosos com uma boa esperança; pois Deus então se incumbiu da causa de um pequeno número contra uma vasta multidão; sim, contra muitas e poderosas nações”. (Comentário de Joel 3.2)

“E ali entrarei em juízo contra eles por causa do meu povo”:  Ali, no Vale de “Josafá” é o local em que o Senhor “entrará em juízo” (nišpaṭtī) que é um verbo com a mesma raiz de Josafá, porém no Nifal Perfeito. Esse verbo significa “entrar em pleito, se colocar contra, entrar em juízo”. 

Deus se mostra como o juiz que há de julgar as nações. Nenhum dos atos realizados ficará impune diante dele. “Por causa do meu povo” nos dá a ideia de Deus trazendo juízo sobre os inimigos de Judá, que também são inimigos dele. Deus é quem vingará as injustiças feitas contra os seus. 

“E a minha herança, Israel”: a palavra herança (nïḥlat) também significa possessão, propriedade. Ou seja, o povo do Senhor é povo de sua propriedade exclusiva e quem os agride, se coloca contra o Senhor, e sofrerá seu juízo. Deus tem um pacto com seu povo como vemos em Êxodo 19.5: “sereis a minha propriedade peculiar dentre todos os povos”. O profeta agora muda o nome de Jerusalém e Judá para Israel, mas como sinônimo de Judá, e não como uma menção ao Reino do Norte. 

“A quem eles dispersaram entre as nações”: “a quem” se refere a Judá e “eles” se refere às nações que serão julgadas. Essas nações espalharam Judá entre os povos e repartiram a terra do Senhor entre si. Aqui vemos uma alusão ao exílio de Judá que mostra quando Judá é exilada para a Babilônia, e aqueles que ficam em Jerusalém depois são espalhados indo para o Egito. 

“e repartiram minha terra”, as terras repartidas aqui são colocadas como terras do Senhor, como diz Êxodo 19.5: “porque toda a terra é minha”. Esses povos atacaram a Judá, mas por conta disso, é como se tivessem atacado diretamente a Deus. O verbo “repartiram” é intensivo e mostra que eles se apropriaram, como se tivessem direito sobre a terra, da terra que é do Senhor. Eles dispersaram o povo, e se tomaram posse das terras. Deus aqui mostra seu relacionamento com Israel especialmente quando diz: “meu povo”, “minha herança”, “minha terra”. Deus tem um relacionamento especial no pacto com seu povo, e aqueles que se levantam contra o seu povo, se levantam contra o próprio Deus, pois eles levam sobre si o Nome do Senhor. 

“E lançaram sortes sobre o meu povo”: essa expressão aparece 7 vezes nas Escrituras sagradas. Três vezes entre os profetas menores (Joel 3.3, Jonas 1.7, e Naum 3.10) e três vezes nos evangelhos falando sobre as vestes de Jesus quando foi crucificado. Essa expressão mostra como as pessoas eram tratadas como mercadorias e o destino de suas vidas eram sorteadas e definidas como se fossem peões de xadrez. 

“E deram meninos por prostitutas e venderam as meninas por vinho que beberam”: Neste caso o profeta mostra como as pessoas tinham valores irrisórios e permutadas como se fossem mercadorias. As pessoas eram utilizadas para satisfazer seus vícios e seus prazeres. Os filhos de Judá são humilhados e seu preço estipulado. A preposição “be” utilizada juntamente com “prostitutas” mostra a ideia de preço no hebraico.  Os meninos custam o valor de uma noite com uma meretriz, e as meninas valem o preço de um odre de vinho. 

Ilustração: O povo de Deus sempre foi perseguido. Desde Gn 3.15. Isso se intensifica. Desde Faraó querendo matar o povo de Deus, Balaão os amaldiçoando, Assírios querendo destruí-los, Hamã tramando contra os judeus, Nabucodonosor destruindo a cidade de Jerusalém, Roma queimando cristãos, e toda a perseguição. A igreja sofre. Porém esse sofrimento terá um fim. 

Ilustração: O período nas mãos do Boko Haram foi o pior pesadelo para Esther, de 17 anos. Na Floresta de Sambisa, os terroristas tratavam com violência as meninas sequestradas para que elas renunciassem sua fé em Cristo e se tornassem muçulmanas. No entanto, ela decidiu em seu coração: se for para eu morrer, morrerei. Mas não me tornarei muçulmana.

“Não consigo contar quantos homens me estupraram. Toda vez que eles voltavam de seus ataques, eles nos estupravam”, disse Esther à organização Portas Abertas. “Cada dia que passava, eu me odiava cada vez mais. Eu senti que Deus me abandonou. Houve momentos em que eu estava tão brava com Ele. Ainda assim, não conseguia renunciar a Ele. Eu me lembrava de Sua promessa de nunca me deixar ou me abandonar”.

Por causa dos frequentes abusos, Esther ficou grávida, mas ela não sabe quem é o pai. “Eu não tinha ideia de como eu poderia amar essa criança”, conta a jovem, lembrando de como se sentiu quando soube que estava grávida.

Depois de ser resgatada por militares nigerianos, em novembro de 2016, Esther voltou para sua aldeia esperando encontrar apoio, mas grande parte da comunidade a rejeitou e rotulou as meninas sequestradas de “mulheres do Boko Haram”.

“As pessoas notaram uma mudança. Algumas dessas pessoas que costumavam me zombar agora me perguntam o meu segredo. Eu digo: ‘Perdoei meus inimigos e confiei em Deus para se vingar no tempo Dele”.

Hoje, Esther e sua filha vivem com seus avós, recebendo apoio espiritual e material da Portas Abertas. A criança que a jovem acreditava que nunca poderia amar, se tornou a coisa mais importante de sua vida. “Rebecca se tornou minha alegria e riso em meio à tristeza”.

O juízo contra as nações inimigas

“E também que tendes vós comigo, Tiro e Sidom, e todas as fronteiras da Filístia? Acaso quereis vingança contra mim? ” 

O profeta volta a atenção para Tiro e Sidom e as regiões da Filistia que englobavam as cidades de Gaza, Asdode, Ascalom, Gate e Ecrom. Estas regiões eram inimigas tradicionais do povo de Israel. Talvez também por conta da referência ao comércio escravagista, que se concentrava naqueles portos do Mar Mediterrâneo. Amós e outros profetas mostram como a hostilidade dessas regiões era permanente e profunda (cf. Am 1.6,9; Is 9.11; Jr 47.4; Sf 2.1-5). A linguagem é sarcástica mas tem um sentido claro: “querem retribuição? ” A palavra “gemûl” significa “resolver de vez ou concluir uma transação”. Eles querem retribuição daquele que retribui justamente. A expressão “que tendes vós” significa algo como “o que eu fiz para agirem assim”.  

“Se quereis vingar contra mim, rapidamente retribuirei vossa vingança sobre a vossa cabeça”. A preposição “se” (im) mostra uma oração condicional, uma vez que eles querem retribuição, Deus responde que então de forma ligeira, rápida, depressa (qal) ele trará sobre as cabeças deles a retribuição que desejam. Eles querem afrontar ao Senhor, porém essa afronta se volta contra eles trazendo destruição repentina para essas nações. O mesmo que fizeram com Israel, agora Deus faria com eles. 

“Porque levastes a minha prata e o meu ouro, e meus melhores tesouros levastes para os vossos templos”. Neste momento Deus mostra as acusações contra essas nações. Essa acusação tem como base dois crimes: a primeira é que eles saquearam os tesouros de Israel. Levaram o ouro do palácio e do Templo. Todos os utensílios do Templo foram levados, incluindo a Arca da Aliança. E eles puseram os tesouros do Senhor em templos idólatras, de deuses pagãos. 

“E os filhos de Judá e de Jerusalém vós vendestes para os filhos dos gregos”. Essa é a segunda acusação contra os povos estrangeiros. Eles venderam israelitas como escravos aos gregos. Uma tradução para gregos nesse texto pode ser “jônios”, nativos e colonizadores de ambos os lados do mar Egeu. Há documentos que registram contatos entre os jônios e o império assírio em épocas que remontam já ao oitavo século a.C., enquanto Ezequiel descreve o comércio entre Tiro e os jônios quando diz: “… em troca das tuas mercadorias davam escravos e objetos de bronze” (Ez 27.13).  

“Para afastá-los da sua terra”. Era costume de as nações daquela época afastar os povos escravizados de suas nações, como faz Nabucodonosor ao levar os israelitas para a Babilônia. 

“Eis que eu os arrancarei do lugar de onde vós os vendestes”. A partir de agora, como de costume em oráculos como este, após o anúncio da acusação legal, segue-se o anúncio da punição. A punição inclui trazer de volta o povo do Senhor, que no hebraico pode ser traduzido como “despertar, acordar, estimular” que no hifil dá uma ideia causativa de uma intervenção especial de Yahweh para libertar os escravos judeus e impor uma retribuição apropriada aos que os venderam. 

“E farei cair sobre as vossas cabeças a vossa vingança”. Aqui, o profeta repete o que o Senhor falou anteriormente. Novamente o verbo está no Hifil, mostrando que o Senhor é quem causará toda essa retribuição. Ele é quem julga e quem condena esses povos. O verbo “farei cair” (hïšībōtī) significa “fazer voltar”. Neste caso, Senhor fará voltar para eles mesmos (vossas cabeças) a vingança que eles queriam executar. Em seguida, o profeta mostra como Deus infligirá essa punição contra essas nações. 

“E venderei os vossos filhos e vossas filhas para a mão dos filhos de Judá”. Neste momento o profeta anuncia a sentença de punição contra os opressores de Judá mostrando que da mesma maneira que eles venderam o povo de Judá como escravos, humilhando-os, eles serão vendidos aos judeus. Aqueles que escravizaram os judeus, agora serão seus escravos. 

“E eles os venderão aos sabeus, um povo distante”. A sentença de punição continua. Eles não apenas serão escravizados por aqueles que tinham escravizado, mas serão utilizados como moeda de troca, assim como fizeram com os judeus, agora terão seus descendentes sendo vendidos para uma nação distante, sendo afastados de sua terra, assim como os judeus também foram. A referência aos sabeus acentua a punição. Não apenas por serem do país da rainha de Sabá (1Rs 10.1-13). Eles eram uma nação do sul da Arábia , onde a vida no deserto seria terrível para aqueles que foram criados no litoral. E naquele local, que era rota de comércio, fazia que os escravos vendidos a eles fossem dispersos para qualquer lugar do Oceano Índico até a parte oriental da África. A retribuição ocorre na mesma medida: assim como os judeus, que não tinham amor pelo mar, foram vendidos a povos marítimos; já os povos da Fenícia e da Filístia, acostumados com o mar, serão vendidos aos sabeus, habitantes do deserto. Segundo Stuart, é possível que alguns judeus tenham vendido escravos de Sidom nas incursões de Artaxerxes III em 345 a.C., ou mesmo de cidadãos de Tiro e de Gaza que foram vendidos como escravos para Alexandre, o Grande, em 332 a.C.

“Pois o Senhor falou”. O oráculo termina com uma fórmula de confirmação de que a palavra do profeta veio diretamente do Senhor, fórmula comum entre os profetas (cf. Is 1.2) endossando a autoridade do oráculo e mostram que a profecia se realizará sem dúvidas. O verbo “falou” é um Piel, que é intensivo, e pode ser traduzido também como “prometeu”. Deus julgará os povos com reta justiça e salvará seu povo com graça e amor leal. 

Vs. 9-17: 

A guerra é declarada. No vale de Josafá, todos os valentes devem ser convocados, todas as armas devem ser usadas. É uma guerra universal sendo declarada. Quem está declarando? O Senhor contra contra todas as nações da terra que tem perseguido o seu povo. 

É o tempo da destruição do mal. 

Vs. 13: A ceifa é a consumação dos séculos (Mt 24.31). O povo de Deus será recolhido como trigo para o celeiro, e os ímpios serão ceifados. 

Há uma multidão no vale da decisão. A malícia (raah) deles é grande. A palavra raahsignifica maldade, malignidade, miséria, alguém que é mal. No caso, eles não eram apenas maus, eles eram muito maus. 

Vs. 14: O Dia do Senhor está perto, no vale da Decisão. 

(Victor). 

Vs. 15: O sol e a lua escurecem, as estrelas retiram seu resplendor. As testemunhas do pacto se manifestam. Chegou o dia do juízo. Eles se manifestam na morte de Cristo, e se manifestam na vinda de Cristo. 

  • A Restauração de Israel

Vs. 16-17: O Senhor brama de Sião (o rugido de um leão), que é ouvido em Jerusalém e faz os céus e a terra tremerem. 

Mas o Senhor é refúgio (abrigo no temporal) e fortaleza (lugar de segurança) para seus filhos, para o seu povo. 

Vs. 18: A restauração de todas as coisas. Nós seremos glorificados, mas toda a criação será redimida, restaurada. 

Os montes destilarão mosto e outeiros manarão leite: as montanhas brotarão vinho e leite. Alimentos e alegria. 

Os rios não mais se secarão. Os efeitos do pecado na criação serão revertidos. E regarão o vale de Sitim. 

Vale de Sitim: O Vale de Sitim ficava perto das divisas com os moabitas, como descobrimos em Números 25.1 e Josué 2.1. Ora, quando o Profeta diz que águas, fluindo das fontes santas, irrigariam o vale de Sitim, é como se dissesse que a bênção divina na Judéia seria tão abundante que se difundiria em toda parte, até aos vales desérticos.

Vs. 19: O Egito será uma desolação (o juízo virá sobre os inimigos do povo de Deus). Contraste do mal sendo destruído, um deserto abandonado.

Vs. 20: Judá, porém será habitada para sempre. 

Vs 21: Eu expiarei o sangue dos que não foram expiados, porque o SENHOR habitará em Sião. 

Aqui temos dois lados: Os pecados não expiados serão expiados. Seja com a condenação do ímpio, seja com a purificação dos eleitos. 

Rm 3.23-25:  todos pecaram e carecem da glória de Deus, sendo justificados gratuitamente por sua graça, mediante a redenção que há em Cristo Jesus, a quem Deus propôs, no seu sangue, como propiciação, mediante a fé, para manifestar a sua justiça, por ter Deus, na sua tolerância, deixado impunes os pecados anteriormente cometidos.  

O público que recebe a profecia de Joel vê que o Senhor libertará o seu povo. Eles aguardavam com expectativa a redenção. Eles olham para frente como um grande evento. Nós estamos no meio do evento. A redenção já veio, e virá. 

A vinda do Messias já houve para nossa salvação. Mas temos a mesma expectativa, da sua vinda para redimir todas as coisas. 

Onde estão os nossos olhos? Onde está a nossa expectativa? 

Uma pequena menina notou que sua avó lia muito a Bíblia. Quando uma visitante perguntou por que ela lia constantemente a Bíblia, a menina respondeu rapidamente: “Eu acho que ela está se preparando para as provas finais.”

Horatio Spafford: Aflição e Paz. 

“A vinda eu anseio do meu salvador, em breve virá me levar, aos céus onde vou para sempre morar, com remidos na luz do Senhor”. 

Sou feliz, sou feliz com Jesus meu Senhor. 

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