1Pedro 1.13-21: Deus nos salvou para sermos santos

1Pedro 1.13-21 

MENSAGEM: DEUS NOS SALVOU PARA SERMOS SANTOS 

Introdução: 

Tio Ben fala ao seu sobrinho Peter Parker, o homem-aranha pouco antes de morrer em um assalto: “”Com grandes poderes, vem grandes responsabilidades”.

Somos regenerados, revestidos de poder para ser santos. 

Contexto: 

Indicativo antes do Imperativo 

Em boa sequência bíblica, esta declaração detalhada dos atos graciosos de Deus é agora seguida por versos que usam a forma imperativa de vários verbos. Nas Escrituras, o indicativo normalmente precede o imperativo. Até os dez mandamentos são introduzidos pela declaração indicativa: “Eu sou o Senhor, teu Deus, que te tirei da terra do Egito, da casa da servidão” (Ex. 20: 2, RSV). Somente depois de fazer esta declaração do poderoso ato de libertação de Deus é que o texto de Êxodo prossegue com os mandamentos. A ordem em que esses dois elementos da revelação são dados é, em si, um lembrete de que uma vida adequada é uma resposta ao que Deus fez anteriormente.

Por conseguinte, o versículo 13 do presente período começa com um dio simples, “portanto”. A ética segue a evangelização. Primeiro, o apóstolo pinta um fundo colorido das ações redentoras de Deus em favor da humanidade; somente então ele passa a uma descrição da resposta esperada. Optamos por chamar isso de “ética do êxodo” principalmente por causa da terminologia usada nos versículos 13-17, muito do que lembra a maneira como a disposição de Israel de deixar o Egito na noite da primeira Páscoa é descrita no livro do Êxodo.

Depois de falar sobre a dádiva da salvação, Pedro nos exorta sobre como devemos viver como salvos. 

  1. Sejam santos como o Senhor é santo (imperativos) 

– cingindo o entendimento

De fato, a primeira expressão “cingir os lombos de sua mente” sugere imediatamente o estado pascal de estar preparado para mover-se de uma só vez e com grande pressa. 

as palavras são uma reminiscência de Êxodo 12:11: “Assim você comerá: seus lombos cingidos, sandálias nos pés e o cajado na mão…” Ao mesmo tempo, porém, eles também lembram as palavras de o Senhor a Seus discípulos em Lucas 12:35: “Fique com seus lombos cingidos e suas lâmpadas acesas.”

Diz-lhes: cingindo os lombos do vosso entendimento. No Oriente os homens levavam longas vestimentas flutuantes que os impediam de avançar com rapidez ou desenvolver um trabalho intenso. Em torno da cintura usavam um largo cinturão ou cinto e quando era necessário cumprir uma tarefa intensa cortavam o comprido de suas flutuantes vestes levantando-as e sujeitando-as com o cinturão para ter assim liberdade de movimentos. 

Uma expressão equivalente para nós seria “arregaçar as mangas” ou tirar a jaqueta ou casaco para ter assim maior comodidade para o trabalho. 

Aqui, então, Pedro está exortando a seus leitores para que estejam preparados para o mais intenso esforço mental. Nunca devem contentar- se com uma fé medíocre e negligente. Têm que decidir-se a pensar as coisas em todas as suas dimensões e implicações. Nunca devem conformar-se com uma cômoda e superficial aceitação da fé. Devem pensar com profundidade. Pode ser que tenham que descartar algumas coisas. Pode ser que cometam erros. Mas o que restar eles o possuirão de tal maneira que nada nem ninguém poderá jamais arrebatar-lhe.

Fé que pensa. Hoje vivemos dias com ênfase nos sentimentos. Ênfase no sentimentalismo. 

Pensar nas coisas do alto. Não é algo mecânico. Não é se deixar levar pela cultura. Cingir o entendimento hoje é olhar para esse mundo com os olhos da fé. Analisar a nossa cultura com os óculos da Escritura. 

Exemplo: O Espanta Tubarão. 

– sede sóbrios

Diz-lhes que sejam sóbrios. A palavra grega — como a nossa — tem dois significados. Pode significar que devem abster-se da embriaguez no sentido literal do termo; e também pode significar que devem ser constantes, perseverantes e firmes em seu pensamento. Não devem nunca embriagar-se com licores nem com pensamentos intoxicantes; devem manter um juízo são, equilibrado e sólido. É fácil que o cristão seja levado sucessivamente por uma variedade de entusiasmos repentinos. É possível ter uma mentalidade que rapidamente se intoxica com a última moda e com o mais recente entusiasmo. Pedro está apelando a seus leitores para que mantenham a estabilidade essencial do homem que sabe o que crê. 

Não levados por entusiasmo. 

– esperem da graça

Precisamente porque vive em esperança é que pode suportar as provas do presente. Qualquer pessoa pode suportar a luta e o esforço apresente se tiver a certeza de que tudo isso o está conduzindo a algum lugar. Essa é a forma em que o atleta aceita seu duro treinamento e o estudante sua prolongada aprendizagem. O esforço, a disciplina e a luta chegam a ter significado devido àquilo a que conduzem. De maneira que para o cristão o melhor sempre está ainda por vir. O cristão pode viver agradecido por todas as misericórdias do passado, resolvido a enfrentar o desafio do presente e com a esperança certa de que em Cristo o melhor está ainda por chegar. 

Esperar perto da graça, sobre a graça. Enquanto esperamos, temos graça. Olhemos para ela, vivamos a graça. (Jesus Cristo, Pedro, João)

– não se amoldando às paixões (viver antigo)

O imperativo negativo não se amoldem (v. 14) é uma proibição, enquanto o preceito afirmativo sejam santos (v. 15) é uma exortação. Pedro sabe que a tentação de voltar à sua antiga conduta é algo real para os leitores e que alguns deles podem ter fraquejado. Assim, ele ordena que parem de ceder aos seus desejos pecaminosos e que, ao invés disso, entreguem sua vida a Deus em obediência e santidade. 

Não Conformistas. 

Vida antiga: 

– É uma vida de ignorância (V. 14). O mundo pagão estava sempre apanhado pela impossibilidade de conhecer a Deus; no máximo os homens podiam conjeturar e andar tateando em torno do mistério de Deus. “É difícil — comenta Platão — investigar e encontrar o Criador e Pai do universo; e ainda que se fosse encontrado seria impossível expressá-lo em termos compreensíveis para todos”.  

– Era uma vida dominada pelo desejo (v. 14). Marcial fala de mulheres que tinham chegado a ter dez maridos. Juvenal refere-se a uma mulher que em cinco anos tinha tido oito maridos. Jerônimo nos conta que havia em Roma uma mulher que ao casar-se por vigésima terceira vez o fez com um homem que, por sua vez, já tinha estado unido em matrimônio com outras vinte mulheres. 

Tanto na Grécia como em Roma a homossexualidade era tão comum que o viver contra natura tinha chegado a considerar-se como algo natural. Era um mundo dominado pelo desejo. Seu propósito era encontrar novos e mais selvagens meios de gratificar sua luxúria. Era uma civilização dominada pelo desejo desenfreado. 

SEJAM SANTOS 

A vida cheia de Cristo é uma vida de obediência e de santidade (vv. 14-16). Ser eleito por Deus é não só começar a desfrutar de um grande privilégio, mas também assumir uma grande responsabilidade. 

Pedro lembra o mandamento que está no próprio coração da religião hebraica. Deus insistia com seu povo para que eles fossem santos porque Ele, o Deus deles, era santo (Levítico 11:44; 19:2; 20:7, 26). 

Em grego a palavra santo é hagios e o significado da raiz deste vocábulo quer dizer diferente. Aquilo que é hagios é diferente das coisas comuns. O Templo é hagios porque é diferente de outros edifícios; o dia de repouso é hagios porque é diferente dos outros dias; o cristão é hagios porque é diferente das outras pessoas. O cristão é um homem de Deus por eleição de Deus. É eleito para uma tarefa no mundo e para um destino na eternidade. É eleito para viver para Deus no tempo e para viver com Deus na eternidade. No mundo tem que obedecer a lei de Deus e reproduzir a vida de Deus. O cristão foi eleito por Deus, e portanto, em sua vida tem que haver algo da pureza de Deus e em sua ação tem que manifestar-se algo do amor de Deus. O cristão recebeu a tarefa de ser diferente. 

O que é ser santo: Levítico 19. Não tem a ver com espiritualidade invisível, mas visível. 

– Sejam santos porque eu sou santo. Lv 19.1-2 (patamar de Deus).

DEUS É SANTO

Análise do Cap. 19 do Livro de Levítico – O que Deus quer dizer sobre santidade que tenha a ver com a nossa estratégia missionária. (Deus explica a santidade no decorrer do capitulo)

– amar ao próximo

– restaurar o relacionamento com Deus

– com o próximo (não apenas iguais, mas o estrangeiro também)

– com a terra 

– nas relações de trabalho.

Deus se preocupa com os pobres, viúva, estrangeiro, verdade, oprimidos, questões étnicas, desastres, vitimas de guerra, com os que morrem sem Cristo, com a cura das nações… 

Nós devemos também nos preocupar. 

Satanás quer tirar nossa santidade: Ele age bem aos moldes de um comprador comum. Primeiro ele age pesquisando para saber que tipo de oferta somos mais propensos a aceitar. Ele pensa: De que forma aquele rapaz poderia vender a sua santidade a mim? Talvez ele aceite uma pomposa oferta na área sexual; ou quem sabe uma oferta na área profissional, dinheiro, poder. E aquela moça? Talvez uma oferta irrecusável na área da vaidade seja o ideal. ex: Eva, Davi, Jesus, Ananias e Safira

  • Como devemos viver uma vez que fomos regenerados (imperativo) 

– sabendo que Deus julga as obras de cada um

“Recorrem a um Pai”. A tradução literal do grego é “e se invocais como Pai”. Porém, a frase condicional expressa a realidade

de uma prática duradoura, de modo que as palavras e se podem ser substituídas apenas por “se”. 

No grego, a palavra Pai localiza-se antes do verbo recorrer para receber ênfase especial. Apesar de o substantivo Pai não ter artigo definido, em sua forma absoluta ele se refere a Deus o Pai. Já no tempo do Antigo Testamento, as pessoas chamavam Deus de Pai (SI 89.26; Jr 3.19; Ml 1.6), mas o Novo Testamento mostra que Jesus nos ensina a orar a Deus de forma íntima, com as palavras do Pai Nosso (Mt 6.9; Lc 11.2). Paulo escreve que clamamos “Aba, Pai” (Rm 8.15; G14.6). 

Quando chamamos Deus de Pai, porque somos seus filhos, devemos esperar que ele seja também o nosso juiz. Pedro acrescenta que o Pai “julga as obras de cada homem imparcialmente”. Deus não mostra favor por ninguém, quer seja rico ou pobre (Tg 2.1-9), judeu ou gentio (Rm 2.11), escravo ou senhor (Ef 6.9; ver também Cl 3.25).55 O texto diz que Deus julga sem fazer acepção de pessoas (comparar com ISm 16.7) e que Deus o Pai já está julgando as obras de cada um. Ninguém será excluído do julgamento, pois Deus julgará com imparcialidade cada ato do ser humano. Portanto, quando invocamos o nome do Pai, estamos diante de um juiz imparcial. 

– percebendo que somos peregrinos 

No grego existem duas palavras diferentes para habitação – paroikeo (habitar como estrangeiro, morada passageira) e katoikeo (morada permanente). Um é para o dono da casa e outro para o viajante. Paulo usa o termo para habitação permanente no coração para habitação do Espírito em nós em Efésios 3. Aqui, Pedro usa a palavra paroikeo, morada passageira. Estamos de passagem. 

Portai-vos (como devemos viver). 

  • viver com Temor reverente

Qual é o propósito de sabermos que Deus é nosso Pai e nosso juiz? Pedro continua: “Vivam suas vidas como estrangeiros aqui em temor reverente”. O cristão deve, conscientemente, viver na presença de Deus. Ele sabe que os olhos de Deus estão sempre sobre ele. Além disso, ele tem conhecimento de que o não-cristão está observando atentamente suas palavras e atos. Assim, ele deve ser um verdadeiro filho de Deus, de modo que, no filho, reflitam-se as virtudes do Pai.

A vida cheia de Cristo é uma vida de reverência (vv. 17-21). A reverência é a atitude mental de quem sempre está consciente de achar-se na presença de Deus. É a atitude de quem fala cada palavra, cumpre cada ação e vive cada momento consciente de Deus. Nestes quatro versículos Pedro aduz quatro razões para esta reverência cristã: 

(a) O cristão é um peregrino neste mundo. Vive à sombra da eternidade; todo o tempo pensa não só em onde está, mas também para onde vai. Seus juízos são formulados não só à luz do momento, mas também à luz da eternidade. 

(b) Está indo para Deus; certamente pode chamar Pai a Deus, mas esse mesmo Deus a quem ele chama Pai é também o Deus que julga a todos com absoluta imparcialidade. O cristão é alguém para quem há um dia de ajuste de contas. É alguém que tem um destino a ganhar ou a perder. A vida neste mundo se torna para ele de formidável importância porque conduz a uma vida além. 

(c) O cristão tem que viver em reverência porque a vida custou muito. Custou nada menos que a vida e a morte de Jesus Cristo. Desde então a vida é algo de valor tão inigualável que não pode ser esbanjada ou subestimada, mas sim tem que ser vivida como algo muito precioso. Nenhuma pessoa honorável esbanja aquilo que tem infinito valor humano. 

– sabendo que foram resgatados pelo precioso sangue de Cristo e não por coisas passageiras (sem preço mas com valor infinito)

Jesus Cristo é o eterno propósito de Deus. Antes da fundação do mundo já foi destinado para a obra que devia fazer (V. 20). Aqui há um grande pensamento que é repetido em Apocalipse 13:8, onde lemos: “o cordeiro que foi morto desde a fundação do mundo”. Este é um pensamento de infinito valor. 

Às vezes tendemos a pensar em primeiro Deus como Criador e depois como Redentor. Pensamos em que Deus criou o mundo e, depois, quando as coisas saíram mal, buscou algum modo de resgatar o mundo mediante Jesus Cristo. Mas aqui temos a majestosa visão de um Deus que foi Redentor antes de ser Criador. O poder e o propósito redentores de Deus, o amor redentor de Deus não são medidas de emergência às quais Ele se viu compelido quando as coisas foram mal. O divino propósito redentor se remonta a tempos anteriores à criação. Deus é Redentor tão eternamente como é Criador. Seu amor, assim como o seu poder, vai além do tempo. 

Mas a ilação do pensamento de Pedro é característica de todo o Novo Testamento. Jesus Cristo não só é o Cordeiro que foi sacrificado, mas também é o Ser ressuscitado e triunfante a quem Deus glorificou. Os pensadores neotestamentários raramente separam a cruz e a ressurreição; quase nunca pensam no sacrifício de Cristo sem pensar em seu triunfo. 

Através de sua morte Jesus emancipou os homens da escravidão do pecado e da morte; mas através da ressurreição lhes dá uma vida que é tão glorioso e indestrutível como a sua própria. Através de sua triunfante ressurreição “temos fé e esperança em Deus (V. 21). 

Vários termos são usados no Novo Testamento para expressar essa intervenção libertadora de Deus. Aqui é usada uma forma do verbo lytroomai, que significa “resgatar”, “redimir” por meio de um lytrõn (ou antilytrõn), “resgate”, “preço de resgate”. 

No mundo helênico, era muito usado em referência à alforria de escravos, havendo todo um pro­cesso institucional de resgate sacramental, pelo qual o escravo podia ad­ quirir sua liberdade. Na versão grega do AT, o verbo e seus derivados traduzem principalmente palavras das raízes hebraicas gaal e pada, que “tinham estreita associação com a idéia de libertar escravos e resgatar pessoas ou coisas”, sendo usados assim “como os termos mais apropria­dos para descrever a libertação da escravidão, daqueles que tinham sido conquistados pelo Egito e depois pela Babilônia, e a recuperação por Deus, para ser Sua propriedade legal, do [que assim ficou designado] “povo da Sua possessão”. 

Em segundo lugar, o versículo descreve em termos negativos o preço do resgate, dizendo que ele não se deu mediante cousas corruptí­veis (fthartois é o oposto de um dos adjetivos usados para descrever a herança dos crentes, em 1.4: “incorruptível”). Especialmente estão em vista prata ou ouro, que usualmente serviam para o pagamento de resga­ tes no comércio. Há um desafio implícito nestas palavras, uma vez que é consenso que o ouro, por exemplo, tem tanto valor exatamente pela sua resistência à deterioração, sendo signo de estabilidade no mercado. Este mesmo desafio aparece vividamente em Tg 5.1-6, onde se diz do ouro que “enferruja” (cf. o dito de Jesus sobre o acúmulo de riquezas, em Mt 6.19-20). E bem possível que haja aqui uma reminiscência da passagem de Isaías 52.3, onde ao povo no cativeiro é dito: “sem dinheiro sereis res­ gatados” (LXX: ou meta argyrio lytrothesesthe). Em Cristo, essa pro­ messa alcança uma grandeza definitiva. 

Finalmente, o preço do resgate é agora descrito positivamente. Dinheiro não poderia comprá-lo (cf. a passagem altamente sugestiva de SI 49.6-8); só o precioso sangue… o sangue de Cristo. Esta expressão descreve a morte de Cristo numa cruz, interpretada na linha de Mc 10.45, como já vimos; Jesus “deu sua vida em resgate por muitos”. A imagem de fundo é a da legislação dos sacrifícios do Antigo Testamento, onde o pecado era expiado pela morte sacrificial de um animal (cf. prin­ cipalmente Lv4-5).107 O mais comum (especialmente pensando-se no grande ritual do dia da expiação; Lv 16) era matar-se um cordeiro, que, para ser aceito, tinha de ser sem defeito (gr. arriõmou) e sem mácula (gr. aspilou: os dois termos são virtualmente sinônimos, estando juntos aqui, provavelmente, para reforçar o fato de que só Jesus Cristo podia se si­tuar nessa categoria e ser aceito para o sacrifício vicário). As exigências da lei levítica a esse respeito estão descritas em Lv 22.17-25. O Cordeiro de Deus (Jo 1.29), ao ser Ele próprio oferecido como sacrifício pelos pe­ cados (pelos pecados de todo o mundo, 1 Jo 2.2), leva sobre Si definiti­ vamente a culpa que pesa sobre a humanidade. Por efeito desse sacrifício, desse preço de resgate, somos “comprados” de volta para Deus.

(d) O cristão não pode esbanjar uma vida que foi comprada pelo preço da morte do Filho de Deus. Pesa uma incalculável obrigação sobre o homem cuja vida custou tanto. 

– tendo a esperança e fé em Deus.

Por que cremos em Deus? Porque ele ressuscitou Jesus dos mor tos! A partir dos ensinamentos do Novo Testamento, aprendemos que a doutrina norteadora da fé cristã é a crença na ressurreição de Jesus Cristo (At 2.24; Rm 4.24; 10.9). Além do mais, Deus ergueu Jesus dos mortos e o glorificou, ou seja, Deus o aperfeiçoou (Hb 2.9) e o exaltou ao dar-lhe um nome sobre todas as coisas que Deus criou (Fp 2.9). Deus, que predestinou Cristo na eternidade para ser nosso Redentor, não podia entregá-lo à morte. Cristo não foi detido pelo poder da morte, pois Deus o ressuscitou no terceiro dia. 

“Assim, sua fé e esperança estão em Deus”. A implicação é que, na ressurreição de Jesus, o crente tem a garantia de que ele também será erguido dentre os mortos. A base de nossa fé é a ressurreição de Jesus. Paulo diz: “E se não há ressurreição de mortos, então Cristo não ressuscitou. E, se Cristo não ressuscitou, é vã a nossa pregação e vã a vossa fé” (ICo 15.13, 14). Fé e esperança estão intimamente ligadas (vs. 3,5,7,9,13). Uma virtude fortalece a outra. A glória que Jesus tem agora será nossa glória no momento de nossa ressurreição. Esta é a esperança que sustenta a nossa fé no Deus Triúno. 

BAMBU CHINÊS 

Depois de plantada a semente deste incrível arbusto, não se vê nada por aproximadamente 5 anos, exceto um lento desabrochar de um diminuto broto a partir do bulbo.

Durante 5 anos, todo o crescimento é subterrâneo, invisível a olho nu, mas uma maciça e fibrosa estrutura de raiz que se estende vertical e horizontalmente pela terra está sendo construída. Então, no final do 5 ano, o bambu chinês cresce até atingir a altura de 25 metros.

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